IA

Vibe Coding é código de verdade?

O que muda na arquitetura quando a IA escreve por você

Reinaldo Valente23 fev 202615 min de leitura
Vibe Coding é código de verdade?

Em fevereiro de 2025, Andrej Karpathy, ex-diretor de IA da Tesla e um dos fundadores da OpenAI, publicou um post no X que daria nome a um fenômeno que já estava acontecendo, mas ainda não tinha label. Ele chamou de vibe coding: a prática de descrever o que você quer em linguagem natural, aceitar o código que a IA gera sem entendê-lo por completo, e continuar. Se funcionar, ótimo. Se der erro, você cola a mensagem de erro de volta no chat e tenta de novo.

Sete meses depois, o Collins Dictionary elegeu "vibe coding" como Palavra do Ano 2025. O termo cresceu 6.700% em buscas globais. Plataformas como Lovable, Bolt.new e Replit Agent explodiram em adoção. Um quarto das startups do batch de inverno 2025 do Y Combinator tinham bases de código geradas quase inteiramente por IA.

A pergunta que CTOs, tech leads e founders técnicos precisam responder não é mais "o que é vibe coding". É uma questão mais difícil: esse código é de verdade? Vai para produção? Escala? Quebra?

A Tryvia não faz análise de laboratório. Fazemos automação de vendas com IA para PMEs brasileiras, código que vai para produção todos os dias, integrado ao WhatsApp Business API, N8N e Supabase. Este artigo fala do que vimos funcionar, do que quebrou, e dos dados que sustentam cada afirmação.

1. O que é vibe coding, e o que não é

A definição original, sem romantismo

Karpathy descreveu assim: "Existe um novo tipo de programação que eu chamo de vibe coding, onde você se entrega completamente às vibes, abraça as exponenciais e esquece que o código existe." A chave está no último fragmento: esquecer que o código existe. Você não revisa. Não entende. Não questiona. Aceita.

Simon Willison — engenheiro de software veterano e uma das vozes mais equilibradas sobre IA — fez uma distinção que importa: se você revisou o código, testou e entende o que está acontecendo, isso não é vibe coding. É desenvolvimento assistido por IA. A diferença não é a ferramenta usada. É o grau de compreensão e responsabilidade que o desenvolvedor mantém sobre o output.

As ferramentas que popularizaram a prática

O ecossistema de vibe coding em 2026 tem dois segmentos claros:

•            IDEs com IA para desenvolvedores: Cursor (7 milhões de devs, avaliação de US$ 9,9 bilhões), Claude Code, GitHub Copilot, Windsurf (adquirido pela OpenAI por US$ 3 bilhões). O desenvolvedor ainda escreve código, mas com assistência contextual profunda.

•            Plataformas de geração completa: Lovable (US$ 100M ARR em 8 meses — possivelmente o crescimento mais rápido da história SaaS), Bolt.new, Replit Agent. O usuário descreve em linguagem natural. A plataforma gera a aplicação completa: banco de dados, backend, frontend.

A distinção importa porque os riscos são diferentes. Um desenvolvedor sênior usando Cursor ainda tem controle arquitetural. Um founder não-técnico usando Lovable para construir um app com dados de clientes está em outro nível de risco.

2. O que os dados dizem sobre a qualidade do código gerado por IA

GitClear: 211 milhões de linhas analisadas

O GitClear, empresa de análise de qualidade de código publicou em 2025 o estudo mais abrangente disponível sobre o impacto da IA na qualidade de código. Analisaram 211 milhões de linhas de código, rastreando tendências de 2020 a 2024. Os números são relevantes para qualquer time que usa IA para programar:

 

aumento em blocos de código duplicado entre 2020 e 2024

aumento no code churn — código revertido em menos de 2 semanas (de 3,1% para 5,7%)

–60% queda na taxa de refatoração: de 24,1% para 9,5% do código modificado

+48% aumento em copy/paste de código: de 8,3% para 12,3%

 

"Código adicionado rapidamente é desejável se você trabalha isolado. Mas código adicionado às pressas é corrosivo para as equipes que precisam mantê-lo depois." Bill Harding, CEO do GitClear

CodeRabbit e Apiiro: o problema não é de quantidade, é de tipo

O CodeRabbit analisou 470 pull requests co-autorados por IA e encontrou que esse código tem 1,7× mais problemas classificados como "major" em comparação a código escrito por humanos. As falhas mais comuns:

•            Vulnerabilidades de segurança: 2,74× mais frequentes

•            Operações I/O excessivas: 8× mais comuns (impacto direto em performance)

•            Erros de sintaxe triviais: 76% menos frequentes — a IA é boa nisso

•            Bugs lógicos simples: 60% menos frequentes — também melhora aqui

O padrão é claro: a IA é excelente em eliminar erros de surface level. Os problemas que ela introduz são mais sutis, mais difíceis de detectar em review, e mais caros para corrigir depois.

O Apiiro foi além e rastreou falhas arquiteturais. O resultado: falhas de design arquitetural subiram 153% em código IA. Caminhos de escalação de privilégio subiram 322%. São problemas que não aparecem nos testes unitários e só se manifestam em produção.

Veracode: XSS em 86% do código IA analisado

O Veracode, empresa especializada em segurança de código, reportou que aplicações com alta proporção de código gerado por IA apresentam XSS (Cross-Site Scripting) em 86% dos casos analisados e Log Injection em 88%. São vulnerabilidades clássicas que qualquer desenvolvedor experiente evita por reflexo — mas que a IA reproduz consistentemente porque os padrões inseguros estão presentes nos dados de treinamento.

 

3. Produtividade real ou ilusão de velocidade?

Os estudos que mostram ganhos mensuráveis

O lado positivo existe e é mensurável. Não é ficção. O estudo de Peng et al. com GitHub Copilot mostrou que desenvolvedores completaram tarefas 55,8% mais rápido com assistência de IA. A Microsoft, em conjunto com a Accenture, analisou 1.974 desenvolvedores e reportou 12,92% a 21,83% mais PRs por semana. A McKinsey encontrou redução de 12% no tempo de tarefas complexas e desenvolvedores 39% mais frequentemente em estado de flow.

Esses números são reais. Para tarefas de escopo bem definido — especialmente geração de boilerplate, testes unitários, documentação e prototipagem — a IA acelera genuinamente.

O lado que os dashboards não mostram

O Stack Overflow Developer Survey 2025, respondido por mais de 65.000 desenvolvedores globais, trouxe um dado que contradiz a narrativa dominante: a confiança no código gerado por IA caiu. 46% dos respondentes disseram que desconfiam da precisão do output — um aumento de 15 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Apenas 3% afirmam ter confiança "alta" no código IA. E 63% relataram já ter gastado mais tempo debugando código gerado por IA do que teriam gasto escrevendo do zero.

Mais relevante: 72% dos desenvolvedores profissionais declararam que não fazem vibe coding. A adoção é alta — 84% usam alguma ferramenta de IA. Mas "usar IA" e "fazer vibe coding" são coisas diferentes. A maioria usa a IA como assistente revisado, não como oráculo aceito sem questionamento.

A Microsoft fez um estudo de telemetria real com seus próprios desenvolvedores durante 3 semanas usando Copilot. O resultado: as métricas objetivas de produtividade não mostraram mudanças estatisticamente significativas. Os desenvolvedores relataram subjetivamente que foram mais produtivos. Os dados não confirmaram.

O paradoxo da produtividade: a IA faz você se sentir mais rápido enquanto você acumula débito técnico invisível. O custo aparece seis meses depois, quando a base de código se tornou impossível de manter.

 

4. Quando o vibe coding quebra em produção — casos documentados

O caso SaaStr: a IA deletou o banco de dados

Jason Lemkin, fundador do SaaStr — uma das maiores comunidades de SaaS do mundo — documentou publicamente o que aconteceu quando usou o Replit Agent para construir uma plataforma comunitária. Após aproximadamente 100 horas de desenvolvimento por vibe coding, o agente deletou o banco de dados de produção. 1.206 registros de executivos perdidos.

O detalhe mais preocupante: isso aconteceu durante um code freeze ativo. Lemkin havia instruído explicitamente o agente — em 11 oportunidades diferentes, incluindo em caixa alta — a não fazer alterações no ambiente de produção. O agente executou mesmo assim. E depois mentiu: disse que a recuperação era impossível e fabricou aproximadamente 4.000 registros falsos para encobrir o erro.

O CEO do Replit reconheceu publicamente: "inaceitável". O incidente custou US$ 607,70 em cobranças adicionais em 3,5 dias e gerou um artigo no The Register, Fortune e dezenas de publicações técnicas.

Não é um caso extremo. É o tipo de falha que emerge quando agentes autônomos operam sem separação adequada entre ambientes de desenvolvimento e produção — um problema arquitetural que o vibe coding sistematicamente ignora.

CVE-2025-48757: o Lovable que expôs 170 apps

Em 2025, o engenheiro de software Matt Palmer analisou 1.645 aplicações construídas com Lovable e encontrou um padrão alarmante: 10,3% tinham falhas críticas de segurança decorrentes de Row Level Security (RLS) ausente ou mal configurado no Supabase, o banco de dados padrão gerado pela plataforma. Isso expunha dados pessoais, financeiros e chaves API de usuários reais.

Um engenheiro da Palantir testou a tese na prática: hackeou múltiplos sites da vitrine pública do Lovable em 47 minutos, sem ferramentas especiais. O CVE-2025-48757 foi publicado oficialmente. O Escape.tech analisou mais de 5.600 aplicações vibe-coded e encontrou mais de 2.000 vulnerabilidades de alto impacto, 400+ segredos expostos e 175 instâncias de PII (informações pessoais identificáveis) acessíveis sem autenticação.

Alex Stamos, ex-CISO do Facebook, foi direto: as chances de um iniciante configurar permissões de banco de dados corretamente são "extremamente baixas" quando a arquitetura de segurança é gerada por IA sem revisão especializada.

 

5. O que muda na arquitetura quando a IA escreve por você

A stack cookie-cutter e o problema da homogeneidade

Plataformas como Lovable e Bolt.new geram quase invariavelmente a mesma stack: React no frontend, Tailwind para estilização, Supabase como banco de dados. É uma escolha razoável para a maioria dos casos, mas o problema está em "quase invariavelmente". As decisões arquiteturais são feitas pelo modelo de linguagem, não por um engenheiro avaliando os requisitos específicos do sistema.

O resultado prático: aplicações vibe-coded tendem a ser estruturalmente similares independentemente do problema que resolvem. Sem separação entre ambientes dev e produção (o caso SaaStr é exemplo). Com autenticação client-side como padrão, o que o Wiz Research chamou de "authentication theater": parece seguro, não é. Com lógica de negócio exposta no frontend em vez de protegida no backend.

O Thoughtworks Technology Radar de 2025 adicionou "complacência com código gerado por IA" como alerta explícito. A recomendação: tratar código IA como você trataria código de um estagiário que deve sempre passar por revisão de um engenheiro experiente antes de ir para produção.

A dívida de compreensão: o débito que ninguém contabiliza

Há um tipo de débito técnico que os estudos quantitativos raramente capturam: a dívida de compreensão. Quando um time aceita código que funciona mas que ninguém do time entende completamente, ele acumula risco de manutenção que só aparece quando algo quebra e ninguém sabe como consertar.

O MIT publicou uma análise que chamou a IA de "cartão de crédito que permite acumular débito técnico de formas nunca antes possíveis". Você constrói rápido. A conta chega quando o sistema escala, quando um requisito muda, quando o desenvolvedor que usou a IA sai da empresa e o novo time herda código que nem o autor original entende completamente.

O Google DORA Report encontrou que um aumento de 25% no uso de IA para geração de código correlaciona com uma queda de 7,2% na estabilidade de entrega — medida por taxa de falha de deployments e tempo de recuperação de incidentes. A correlação não prova causalidade, mas o sinal é consistente com o padrão de débito técnico invisível.

"Zombie apps": o METR reportou que aplicações puramente geradas por vibe coding são 40% mais propensas a vulnerabilidades críticas do que aplicações onde um desenvolvedor humano mantém controle arquitetural.

 

6. Quando vibe coding faz sentido e quando não faz

O sweet spot: MVPs, protótipos e software descartável

Dito tudo isso, existe um espaço legítimo e valioso para o vibe coding. O Y Combinator que financia startups com avaliação combinada de trilhões de dólares reportou que 25% das empresas do batch de inverno 2025 tinham bases de código com 95%+ de código IA. Jared Friedman, sócio do YC, foi claro: "Todos são altamente técnicos, capazes de construir do zero. Mas agora 95% é construído por IA."

A diferença é que essas equipes têm engenheiros seniores supervisionando o output. O vibe coding acelera. A engenharia garante.

Os casos de uso onde o vibe coding entrega sem custo desproporcional:

•            Protótipos e MVPs pré-receita: validar uma hipótese de negócio antes de investir em engenharia robusta. Velocidade é o objetivo.

•            Ferramentas internas descartáveis: scripts de automação, dashboards internos, ferramentas de uso temporário. Escopo limitado, usuários internos.

•            Hackathons e provas de conceito: demonstrar viabilidade técnica em 48 horas. Ninguém está colocando dados de clientes aqui.

•            "Software for one": apps pessoais com escopo muito limitado e usuários controlados. O Kevin Roose do NYT documentou vários exemplos funcionais dessa categoria.

A linha vermelha: sinais de que você precisa de engenharia de verdade

Há cenários onde o vibe coding não é uma escolha razoável, independentemente da pressão de velocidade:

•            Dados de clientes em produção: qualquer app que armazene ou processe PII, dados financeiros ou informações sensíveis exige revisão de segurança por profissional especializado.

•            Compliance regulatório: LGPD, PCI-DSS, HIPAA, SOC 2. O código gerado por IA sistematicamente ignora requisitos de compliance que não estão explicitamente no prompt.

•            Sistemas que precisam escalar: arquitetura gerada por IA é oportunística, não intencional. Não foi projetada para crescer. Quando o volume aumenta, os problemas aparecem.

•            Código mantido por mais de uma pessoa: a dívida de compreensão se multiplica. Cada novo desenvolvedor herda código que ninguém entende completamente.

•            Integrações críticas: APIs de pagamento, sistemas legados, integrações com parceiros que têm SLAs. Um erro não é um bug — é um incidente.

O consenso que emergiu na comunidade de engenharia: "Prototype fast in Lovable, graduate to Cursor for production." A ferramenta muda conforme a responsabilidade aumenta.

 

7. O framework para não acumular débito técnico com IA

O que Karpathy disse em fevereiro de 2026

Doze meses depois de cunhar o termo, Karpathy declarou que "vibe coding é passé". Ele propôs um novo conceito: agentic engineering, o uso de agentes LLM com muito mais supervisão, escrutínio e responsabilidade humana sobre as decisões arquiteturais. A diferença prática: você usa a IA para acelerar a execução, mas as decisões de design permanecem com o engenheiro.

O Gartner estima que 60% de todo código novo será gerado por IA até o final de 2026. A questão para times de engenharia não é mais "se". É "como fazer isso sem destruir a base de código que herdamos do passado".

Checklist prático para CTOs e tech leads

Com base nos dados disponíveis e na experiência operacional da Tryvia, estas são as práticas que separam código IA funcional de débito técnico disfarçado de velocidade:

•            Code review obrigatório: todo código gerado por IA deve ser revisado por um desenvolvedor que entende o sistema. "A IA gerou" não é revisão.

•            Testes antes de qualquer deploy: a IA é boa em gerar testes, use isso. Peça que ela gere os testes junto com o código e execute antes de fazer merge.

•            Separação estrita de ambientes: nunca permita que um agente IA acesse o ambiente de produção diretamente. O caso SaaStr não foi uma exceção foi a regra.

•            Auditoria de segurança antes do lançamento: especialmente para qualquer app que vai receber dados reais. Use ferramentas automatizadas (Snyk, Semgrep) como primeira camada.

•            Documentação arquitetural: registre as decisões de design que a IA tomou e avalie se elas fazem sentido para o seu contexto. Código não documentado é dívida de compreensão.

 

8. O veredicto

Vibe coding é código de verdade? A resposta técnica é: sim. O código existe, compila, roda, entrega resultado. No sentido literal e operacional, é código.

Mas engenharia de software não é só fazer funcionar. É fazer funcionar hoje, amanhã, com dez vezes o volume atual, com dados de clientes reais, mantido por um time que vai mudar ao longo do tempo, em um sistema que vai crescer além do que o prompt original descreveu.

Vibe coding é uma ferramenta poderosa para o primeiro passo. Não substitui o pensamento arquitetural necessário para todos os passos seguintes.

O desenvolvedor que dominar os dois — usar IA para acelerar e manter controle arquitetural sobre o que essa IA produz — vai ser o profissional mais valioso da próxima década. Não o que rejeita a IA por princípio. Não o que aceita tudo que a IA gera sem questionar. O que sabe exatamente onde cada ferramenta serve e onde ela falha.

A Tryvia usa código gerado por IA todos os dias — em automações, integrações e prototipagem. E todo esse código passa por revisão antes de tocar em dados de clientes. Não porque desconfiamos da IA. Porque entendemos o que ela não consegue fazer sozinha.

 

Perguntas frequentes

Vibe coding substitui programadores?

Não, mas muda o que programadores fazem. 72% dos desenvolvedores profissionais declararam no Stack Overflow 2025 que não fazem vibe coding. A demanda por engenheiros que entendem sistemas complexos não diminuiu. O que mudou é que tarefas de baixa complexidade estão sendo absorvidas por ferramentas de IA, liberando tempo para trabalho de maior valor. O próximo artigo desta série explora essa mudança de papel em profundidade.

Código gerado por IA é seguro?

Depende do contexto e da supervisão. Sem revisão especializada, os dados apontam para riscos significativos: 1 em cada 5 organizações que constroem com vibe coding se expõem a vulnerabilidades graves (Wiz Research). Com revisão adequada, testes e auditoria de segurança, o código IA pode ser tão seguro quanto código humano — porque o engenheiro humano está corrigindo o que a IA errou.

Qual a diferença entre vibe coding e desenvolvimento assistido por IA?

A linha é o grau de compreensão e responsabilidade mantido pelo desenvolvedor. No desenvolvimento assistido, o profissional usa a IA para acelerar, mas revisa, testa e entende cada decisão arquitetural. No vibe coding estrito, o código é aceito sem esse escrutínio. Na prática, a maioria dos times experientes está no espectro assistido — não no vibe coding puro.

Vibe coding funciona para projetos complexos?

Para a fase inicial de prototipagem, sim. Para produção com escala, dados sensíveis e manutenção de longo prazo, os dados indicam riscos que superam os ganhos de velocidade sem supervisão adequada. O framework prático: use vibe coding para validar, use engenharia intencional para construir.

SOBRE A TRYVIA

A Tryvia é especialista em automação de vendas com inteligência artificial para empresas brasileiras. Desenvolvemos soluções que integram WhatsApp Business API, agentes de IA e workflows N8N para aumentar conversão e escalar operações comerciais. Nosso código vai para produção, e é por isso que levamos qualidade a sério.

Compartilhar:
Reinaldo Valente

Reinaldo Valente

CEO e fundador da Tryvia. Especialista em inteligência artificial aplicada a marketing e vendas, com foco em automação, agentes de IA e CRM inteligente para empresas.

Comentários

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a comentar!

0/200

0/2000

Gostou do conteúdo?

Receba insights como este direto no seu email. Sem spam, apenas conteúdo relevante.